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  1. A professora submissa - Cap?tulo 1
  2. A professora submissa - Cap?tulo 2

A professora submissa - Cap?tulo 1

Categories Blackmail

Authror: KetMarina

Published: 28 May 2018

  • Font:

A senhora Mariane Clarkson estava sentada na cadeira, corrigindo algumas provas, que estavam sobre a sua mesa.

Aquelas eram as ?ltimas provas do ano letivo, e embora os alunos j? tivessem sido dispensados a cerca de vinte minutos, ela n?o estava com nem um pouco de pressa de ir embora. Isso porque o seu marido Bill estava fora de casa, fazendo mais uma de suas longas e demoradas, viagens de neg?cios, e sua filha Ana, ela simplesmente tinha se mudado para a capital, e iria ficar por l?, fazendo um curso de ver?o com o seu namorado Bob.

Com tudo isso, Mariane agora tinha um tempo livre s? para ela.

A professora planejava terminar de corrigir as provas e depois ir a academia fazer alguns dos seus exerc?cios di?rios.

Ela tinha o h?bito de frequentar a academia. Aos trinta e cinco anos, ela tinha trabalhado duro para manter a boa forma, e agora estava muito orgulhosa do seu corpo, que era perfeito e podia deixar com inveja at? mesmo as mais novinhas.

A professora come?ava a sonhar acordada, quando de repente ouviu umas batidas na porta. Ela ficou repentinamente assustada, n?o estava esperando ningu?m, mas quando viu que era Lisa Simons, uma de suas alunas mais brilhantes, ela ficou mais tranquila.

—Nossa Lisa, por favor, n?o fa?a mais isso, voc? me assustou.

—Posso entrar senhora C. ?

—Sim, querida, eu ainda n?o terminei de corrigir as provas, mas se quiser esperar um pouco…

Lisa se explicou…

—N?o, professora, eu n?o voltei por causa das provas, eu j? sei que tirei a nota m?xima.

Lisa tinha 19 anos e era uma mo?a muito bonita e arrogante. Mas apesar de ser linda, ela n?o tinha namorado e nem amigas, talvez por causa da sua arrog?ncia. Corria tamb?m pela faculdade, o boato de que Lisa Simons, era l?sbica, mas a professora n?o acreditava que isso fosse verdade.

—Sim, claro…

—Eu n?o voltei por causa da prova, eu voltei porque tenho uma coisa muito importante que quero lhe mostrar, senhora C.

—Bem, e o que seria essa coisa t?o importante que voc? queria me mostrar Lisa?

Lisa enfiou a m?o na sua bolsa e tirou de dentro dela, uma revista velha. O cora??o de Mariane parou, quando ela viu a revista, reconheceu – a imediatamente. Era uma revista pornogr?fica, para a qual, ela j? tinha posado nua, h? alguns anos. O editore da revista disse que a mesma, s? seria lan?ada fora do pa?s, por isso Mariane pensou que ningu?m nunca iria descobrir aquele seu segredo.

Lisa via a cara de assustada da professora, e se divertia com a situa??o. Ela abria a revista, mostrando para a professora p?lida, as quatro primeiras p?ginas, que estavam recheadas de fotos da professora nua, em v?rias posi??es humilhantes.

—Sabe senhora C, eu n?o sabia que voc? era t?o talentosa, porque nessas fotos, voc? esta parecendo uma verdadeira atriz porn?.

Mariane tentava reunir toda a sua intelig?ncia antes de responder…

—Isso foi h? muito tempo Lisa. Eu posei para essa revista porque, na ?poca, eu estava precisando muito do dinheiro para pagar a faculdade. Em outras palavras, eu n?o tinha escolha, ou posava nua para a revista, ou teria que desistir do meu sonho de ser professora. Agora, por favor, me deixe ficar com essa revista para que eu possa queim? – la e deixar este segredo humilhante no meu passado.

Quando a professora levou a m?o para pegar a revista, Lisa imediatamente puxou a revista de volta e guardou – a na bolsa dizendo.

—Acho que n?o, senhora C, n?s duas precisamos ter uma pequena conversinha antes, por isso, feche a porta.

Mariane se levantou apressada para fechar a porta, ela queria resolver logo, esse problema.

—Tranque a porta com chave, senhora C, n?o quero que sejamos interrompidas.

Falou Lisa enquanto sentava no lugar da professora e cruzava as pernas. Depois que a porta foi devidamente trancada com chave, a professora virou e vendo que Lisa estava sentada na sua cadeira, ela procurou sentar em uma das cadeiras da primeira fila de cadeiras estudantis. Ela sentou na cadeira e olhando para Lisa Simons, ela via uma express?o que n?o era muito animadora.

—Fique de p? na frente da minha mesa, senhora C.

A professora se encolhia na cadeira e dizia.

—N?o precisa Lisa, n?s podemos conversar assim mesmo, estou bem aqui.

—Acho que voc? n?o me entendeu senhora C, eu n?o estou pedindo, eu estou mandando. Fique de p? na frente da minha mesa, agora mesmo!

A professora Mariane n?o entendia o porqu? de Lisa estar falando com ela daquele jeito, mas achou melhor obedecer. Ela levantou e ficou de p?, na frente de Lisa, que estava sentada atr?s de sua mesa. Aquela n?o era uma situa??o muito confort?vel, principalmente para a professora.

—Escuta senhora C, voc? gosta de dar aulas aqui?

—Sim Lisa, eu gosto muito de dar aulas aqui.

—E me diga uma coisa, o seu marido sabe que voc? posou nua para uma revista masculina?

—N?o, ele n?o sabe.

—Humm! Imagino que a sua filha tamb?m n?o sabe desse segredo, n?o ? mesmo senhora C. ?

Mariane abaixou a cabe?a e respondeu.

—N?o, Lisa, ela tamb?m n?o sabe.

—Bem senhora C, acho que agora n?s temos tr?s motivos pelos quais voc? deve considerar cuidadosamente, a proposta que eu tenho para lhe fazer.

—Que tipo de proposta, Lisa?

—A proposta ? a seguinte, a partir de hoje, at? que eu diga o contr?rio, voc? vai fazer tudo o que eu mandar. Se voc? se recusar a obedecer as minhas ordens, ou se n?o fizer tudo exatamente do jeito que eu mandar, adivinha o que vai acontecer? Isso mesmo, todo mundo vai ficar sabendo do seu segredinho, todo mundo vai ficar sabendo desta revista. Tanto a sua vida pessoal quanto a sua vida profissional, ser? totalmente arruinada, a menos que voc? aceite a minha proposta e obede?a a todas as minhas ordens de hoje em diante.

A professora estava paralisada, ela n?o conseguia acreditar no que estava acontecendo, ela reunia suas for?as e tentava dialogar com Lisa.

—O que voc? quer Lisa?

—Simples, professora, eu quero voc?!

—Quero ser sua dona, quero possuir voc?.

Mariane sentia suas pernas fraquejarem. Ela pensava, tentava encontrar uma solu??o, uma maneira de poder sair daquela situa??o. Ela tentou fingir que ainda tinha autoridade, e tentou enfrentar Lisa.

—Mas voc? n?o pode fazer isso comigo, Lisa, eu sou sua professora.

—A? que voc? se engana senhora C, voc? era minha professora, a partir de hoje, voc? ser? a minha cadela de estima??o. Uma cadela que vai fazer tudo o que eu mandar, quando eu digo tudo, eu quero dizer tudo mesmo, entendeu?

Diante desta coloca??o, a professora Mariane Clarkson se sentiu totalmente derrotada, ela n?o tinha outra escolha a n?o ser ceder ? chantagem de Lisa Simons.

—Tudo bem Lisa, eu serei sua escrava, mas por quanto tempo vai durar essa chantagem?

—O tempo que eu quiser senhora C, agora chega de conversa, fique de p? em posi??o de sentido, como se voc? fosse uma recruta no ex?rcito.

A professora obedeceu, ela tirou as m?os da mesa e ficou com a postura reta. Lisa se levantou da cadeira e come?ava a andar em c?rculos ao redor da professora.

—Isso senhora C, barriga pra dentro, peito pra fora e bundinha empinada.

A professora estava usando naquele momento, al?m dos sapatos, uma meia cal?a, uma saia n?o muito curta e uma blusa de bot?es. Lisa pegava uma r?gua de madeira que estava sobre a mesa da professora, e colocando a r?gua pr?xima do queixo da professora.

—Voc? entende senhora C, que se voc? n?o me obedecer de agora em diante, sua vida estar? arruinada?

A professora fazia cara de choro, com a r?gua encostada no seu queixo e respondia com a voz tr?mula.

—Sim, Lisa, eu entendo.

Lisa rapidamente tirava a r?gua de perto do rosto da professora e deu uma reguada em sua bunda.

Suuuu??????pt…

—Aaaiiiiiiii

A professora sentiu a dor da reguada em seu traseiro e naturalmente levava suas m?os ao bumbum para massage? – lo, e Lisa complementou dizendo.

—Em primeiro lugar, Lisa n?o, de agora em diante ? Senhorita Simons pra voc?, sua cadela! E tire as m?os da sua bunda, se n?o quiser que a pr?xima reguada seja em suas tetas.

Mariane tirava as m?os da bunda e ficou novamente na posi??o de sentido. Lisa voltou a sentar na cadeira da professora e novamente cruzando as pernas, ela come?ava a ditar suas ordens.

—Muito bem senhora C, agora desabotoe a sua blusa.

Mariane ficava assustada com a primeira ordem, em seguida come?ou a implorar.

—Por favor, Lisa, n?o fa?a isso.

Lisa deu um pulo da cadeira, foi at? a professora e deu um tapa no rosto dela.

—Do que voc? me chamou cadela?

—Me desculpa Lisa… quero dizer Senhorita Simons, me perdoa, por favor, eu esqueci.

Lisa pegava a r?gua de cima da mesa e dava outra reguada no traseiro de Mariane.

Suuuu?????pt

—Aaaaiiiii...

—Isso ? para que voc? aprender, que deve chamar os seus superiores pelo seu sobre nome.

—Sim, senhorita Simons.

Lisa sentou novamente e dizia.

—Agora, desabotoe a sua blusa, n?o me obrigue a ter que repetir a minha ordem.

A professora derrotada e humilhada, come?ava lentamente a desabotoar a sua blusa, de cima at? em baixo.

—Agora tire a blusa.

A professora humilhada tirou a blusa e colocava em cima da mesa, enquanto se perguntava at? onde iria aquela humilha??o.

—Agora o suti?, senhora C.

Mariane levou suas m?os para tr?s, abrindo o fecho do suti? e permitindo que as al?as deslizassem pelos seus bra?os, at? que seus belos seios viessem ? tona, assim que ela fez o movimento de colocar o suti? em cima da mesa, junto com a blusa, Lisa falou:

—Na mesa n?o, o suti? voc? pode jogar direto no lixo, voc? n?o vai mais usar isso.

Mariane obedeceu e jogava o suti? no sexto de lixo que estava bem pr?ximo da mesa. Agora a professora estava nua da cintura para cima diante da sua aluna, que a observava atentamente, ela ficava encolhida e se sentia muito humilhada.

—Agora sua saia, senhora C, quero ela em cima da mesa junto com a blusa.

Sem pensar, Mariane abriu a saia e deixou que ela deslizasse pelas suas pernas at? que ela ca?sse no ch?o, e dando um passo para o lado, ela pegava a saia e colocava sobre a mesa.

Lisa fazia um movimento negativo com a cabe?a e humilhava a professora.

—Que decep??o senhora C, voc? tem um p?ssimo gosto para roupas intimas, essa meia cal?a e essa calcinha horrorosa do s?culo passado, pode tirar e jogar no lixo tamb?m, ali?s, como um tipo de puni??o pelo seu mau gosto, n?o vou permitir que voc? usasse calcinha nunca mais.

A professora humilhada fazia cara de choro enquanto retirava os sapatos, a calcinha e a meia cal?a, ficando agora completamente nua. A calcinha e a meia cal?a eram jogadas no lixo e os sapatos foram colocados em cima da mesa, junto com a saia e a blusa.

—Muito bem senhora C, agora fique novamente em posi??o de sentido, eu vou examina – la.

Lisa com a r?gua de madeira nas m?os, come?ava a andar em volta da professora nua, quando de repente.

Suuuu????pt

—Aiiiii

Uma reguada era dada no traseiro da professora, que agora estava nua e desprotegida.

Agora sem roupa, a r?gua deixava sua marca, no bunda de Mariane, Lisa simplesmente adorava ver a cara de choro que a professora fazia, principalmente quando levou uma ou outra reguada na bunda, Lisa colocava a r?gua em cima da mesa e agora ficava ao lado da professora, e apertava o bico dos seios dela com uma das m?os, enquanto com a outra m?o, dava tapas em sua bunda, deu um tapa outro tapa, depois apertava suas n?degas.

A professora levou v?rios tapas na bunda e belisc?es nos bicos dos seios, e come?ou a ficar excitada com isso, sua xox?ta come?ava a ficar ?mida.

—Voc? gosta de ser tratada assim, senhora C?

Mariane ficava em sil?ncio, ela se sentia muito excitada em ser tratada daquele jeito, mas essa era uma coisa que ela jamais poderia admitir.

Lisa ficou frente a frente com a professora nua, e apertou ainda mais forte, os seus mamilos, at? que a professora soltasse alguns gemidos.

—Responda senhora C, voc? gosta de ser tratada desse jeito?

Mariane quase chorando de dor, respondeu.

—N?o, senhorita Simons, eu n?o gosto disso.

Lisa levou uma das m?os a xox?ta ?mida da professora e dizia.

—Bem, senhora C, se voc? n?o gosta, ent?o porque ficou excitada?

Mariane n?o sabia o que responder, Lisa soltava os seios dela e dizia.

—Acho que voc? esta mentindo para mim, mas n?o tem problema, voc? ser? devidamente punida, quando chegarmos ? sua casa, senhora C. Eu j? sei que o seu marido esta viajando e que a sua filha se mudou para a capital, ent?o isso significa, que a sua casa est? livre e que voc?, pelo menos neste final de semana, ser? toda minha.

Um arrepio passou por Mariane, assim que as palavras de Lisa aprofundavam em seu c?rebro entorpecido.

—Vou passar o fim de semana inteiro na sua casa, senhora C, para trein? – la de forma mais adequada, espero que at? segunda feira, voc? j? tenha compreendido, quais s?o as minhas necessidades como sua dona, e quais s?o as suas obriga??es como, minha cadelinha de estima??o. Agora coloque a blusa, a saia e os sapatos, e claro, deixe os dois primeiros bot?es da sua blusa abertos.

Mariane se sentia nua vestida daquela forma, com seus seios nus, sem o suti?, ela sentia toda hora o tecido da blusa se esfregando contra os bicos dos seios. Al?m disso, ela nunca tinha sa?do de casa, sem usar calcinha, por isso, mesmo estando de saia, ela sentia – se como se estivesse nua.

—Agora vamos para sua casa, senhora C, deixe a meia cal?a, o seu suti? e tamb?m a sua calcinha, jogadas no lixo para que o zelador as encontre.

Lisa pegava a sua bolsa e dizia para a professora.

—Ah, e n?o se esque?a de trazer a r?gua de madeira, senhora C, acho que vou usar ela para punir voc?!

Mariane obedecia a sua dona, ela pegou a r?gua de madeira, e acompanhou Lisa, que j? havia sa?do da sala.

CONTINUA…

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A professora submissa - Cap?tulo 1

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